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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Notas de scouting – Sérvia e Dinamarca

|Luís F. Cristóvão

Acompanhada a segunda fase e as finais do Campeonato Europeu Sub-16 Feminino – Divisão B, seguem-se algumas notas sobre as equipas que subiram de divisão, para além de Portugal, já referido num artigo anterior.

Sérvia 

Jovana Nogic
A vencedora do torneio foi, no final de contas, a equipa mais equilibrada de todo o torneio, focando-se, sobretudo, no momento defensivo, onde se constituiu como o conjunto que melhor fechava a área restritiva de todo o torneio. Esse facto permitiu à Sérvia vencer por distâncias confortáveis frente a Inglaterra, Finlândia e Dinamarca, tendo também ultrapassado Portugal por minimizar os efeitos do jogo interior luso. A equipa de Zoran Tir vale muito mais pelo seu coletivo do que pelas peças individuais. Snezana Bogicevic ganhou um lugar na All-Tournament Team por ser a melhor marcadora da equipa, mas isso deve-se, sobretudo, a ser a jogadora com mais minutos em campo. Bogicevic terminou o torneio com uma percentagem fraquíssima (1 em 9) no tiro exterior e, apesar de ser uma jogadora elegante e com bom posicionamento, não tem características ainda muito definidas.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Só se tem 16 anos uma vez

|Luís F. Cristóvão

7 de agosto, 20h40, Matosinhos – cheguei ao início da tarde ao Pavilhão do Centro de Desportos e Congressos da cidade e estava, agora, perante um pavilhão praticamente cheio, emocionado, a aplaudir uma equipa feminina de sub-16. Durante onze dias viveu-se assim, o basquetebol, no feminino, em Portugal.



Começando do início, talvez devêssemos destacar o facto de 2013 marcar o momento em que várias grandes promessas do basquetebol português completam dezasseis anos. Carolina Bernardeco, a mais jovem de três irmãs que marcam referência no nosso basquetebol (Joana e Filipa estiveram presentes na final da Liga Feminina desta temporada, uma conquistando o título, outra fazendo parte da equipa vice-campeã), e Maria Kostourkova, herdeira de uma dupla de jogadores e treinadores búlgaros que vêm enriquecendo o basquetebol português com o seu trabalho, poderão constituir uma das mais brilhantes duplas que o nosso basquetebol terá o prazer de ver nos próximos anos.

terça-feira, 30 de julho de 2013

É preciso maior exigência

Entrevista a André Martins, treinador da Seleção Nacional de Sub-20 Masculinos

|Luís F. Cristóvão

Em jeito de balanço à participação de Portugal no Campeonato Europeu de Sub-20 Masculinos – Divisão B, conversamos com André Martins sobre o percurso desta equipa e a análise às diferenças entre Portugal e os seus adversários. Da entrevista, fica clara a necessidade de uma maior exigência e experiência competitiva, de maneira a apurar as capacidades dos jogadores nacionais.

André Martins no estágio de preparação

Portugal terminou em 5º lugar na Divisão B do Europeu Sub-20, em termos absolutos o 25º a nível europeu. Que diferenças são notórias em comparação com as equipas que terminaram acima de nós na classificação?
A grande diferença que se continua a sentir são os aspetos morfológicos e físicos. Esta diferença é evidente nas diferentes posições dos atletas. Outra diferença notória para as melhores seleções é o facto de todas elas apresentarem 2 ou 3 jogadores que competem nos melhores campeonatos da Europa em seniores, demonstrando uma maturidade competitiva superior a nossa.

O que destacas da preparação para uma competição deste nível? Quantos jogos de preparação foram realizados? O que falta ainda, à estrutura das equipas da nossa federação, para estarmos, no que toca à preparação, ao nível dos nossos concorrentes?
Os jogos de preparação internacionais são determinantes para a melhoria dos resultados. Realizamos 5 jogos de preparação, o que é excelente para a nossa realidade e revela um grande esforço por parte da federação. As melhores seleções, aquelas que partem para o Europeu com a ambição de subir de divisão, realizam 7 a 9 jogos internacionais de preparação. Para estarmos, no que diz respeito a preparação, ao nível dos melhores, necessitamos acima de tudo que os nossos Sub-20 treinem e joguem com regularidade nas competições que são mais adequadas ao seu desenvolvimento (Proliga/Liga).

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Clube de Combate revisitado

Entrevista a Eugénio Rodrigues, treinador da Seleção Nacional Sub-20 Femininos

|Luís F. Cristóvão

Depois de mais uma prestação internacional de relevo, levando Portugal a classificar-se na quarta posição do Campeonato da Europa de Sub-20 Femininos – Divisão B, Eugénio Rodrigues falou para a Gazeta dos Desportos, analisando o percurso entre Europeus, a preparação da equipa para a competição e os desafios encontrados nesta competição, que teve lugar na Bulgária.

Um depoimento sincero e contundente sobre o trabalho de um selecionador nacional, perante as dificuldades que vão surgindo no caminho de quem tenta modificar a face do basquetebol feminino em Portugal.

Eugénio Rodrigues em ação!

1-Depois do que aconteceu com a Seleção Sub-20 Feminina no ano passado, com a descida nas condições que todos conhecemos, este ano havia alguma “sede de vingança” no grupo? Como foram geridos esses sentimentos ao nível da preparação psicológica e de motivação para a competição deste ano?
Esta Seleção tinha no seu seio 4 atletas que transitavam do ano passado, sendo que todas elas jogavam no 5 inicial e uma delas era inclusivamente capitã de equipa. Era por isso uma memória ainda muito presente e que deveria ser aproveitada para servir de mola motivacional para o restante grupo. Por um lado, elevar os níveis, já por si muito exigentes, de sacrifício pois se no ano transato tínhamos "sobrevivido" com honra e distinção naquelas circunstâncias, este ano importava manter a fasquia. Por outro, fazer passar a todo o grupo que a injustiça a que tínhamos sido votados exigia uma "vingança" e um tributo ao grupo de 2012. Era também por elas que iríamos a jogo. Infelizmente, ficamos a um cesto sofrido a sete décimos do final do jogo com a Letónia de o conseguir. No entanto, o meritório 4.º lugar não deixou ser a justa homenagem a essa Seleção e o tempo há-de trazer-nos de novo à ribalta.

2-O que destaca da preparação para uma competição deste nível? Quantos jogos de preparação foram realizados? O que falta ainda, à estrutura das equipas da nossa federação, para estarmos, no que toca à preparação, ao nível dos nossos concorrentes?
Pela positiva há que destacar o bom número de jogos de preparação que tivemos até porque todos eles foram fruto de convites das Federações Francesa, Checa e Búlgara. É sinónimo do reconhecimento internacional da nossa qualidade. De menos positivo, a crise financeira que se alastra também à FPB, que levou a cortes sucessivos na preparação e a estágios desta Seleção. Isso aliado à enorme dificuldade em conjugar a nossa preparação com os exames escolares, foram claramente fatores menos conseguidos neste trabalho e cujas consequências foram sensíveis. Para que conste realizamos até ao campeonato europeu, apenas 32 treinos e nem todos eles com a totalidade do grupo. Quanto ao mais, onde temos muito a melhorar é no dia-a-dia da época desportiva, nos clubes e nas competições nacionais. É aí que muito se joga, indiretamente, na preparação de uma geração que irá servir de base à Seleção Nacional.

sábado, 13 de julho de 2013

Entender o contexto

|Luís F. Cristóvão



Início aqui uma série de artigos onde tentarei analisar situações relativas ao basquetebol e à forma de trabalhar nesta modalidade. Começando pelo início, discuto o tópico do contexto. É óbvio que cada um de nós vai construindo uma ideia daquilo que pretende fazer perante uma oportunidade de trabalhar numa equipa, seja como jogador, técnico ou dirigente. Mas será sempre o contexto a definir, no concreto, como é que as nossas ideias se poderão ligar à realidade que encontramos.

Por muito boas ideias que possas ter, o essencial é que comeces por ouvir. Ouvir as pessoas que estão já no clube, entender os seus objetivos, compreender as implicações desses objetivos com as linhas que tens traçadas para ti. A chave do aproveitamento do teu trabalho estará aí. Ao ouvir e compreender os outros, poderás desde logo começar a adaptar as tuas ações ao cumprimento do objetivo primordial: o sucesso coletivo.

Para além de ouvir, é preciso saber ver o contexto onde te inseres. Qual o passado do clube, algo que mexe sempre com as expetativas de quem trabalhará contigo e de quem acompanhará esse trabalho, os adeptos e os amigos que estarão à volta da equipa. Ver implica olhar bem todos os pormenores que compõem um pavilhão, o ambiente à sua volta, as suas paredes. Haverá também que compreender a história desse lugar. A vida de um clube dá muitas voltas, mas saber das suas referências essenciais é sempre um excelente modo de adquirires trunfos que façam o seu trabalho ser melhor aceite.

Finalmente, não deixes de tentar, sempre, conhecer o que acontece à tua volta. Seja nas pessoas ou na instituição, tenta conhecer cada pormenor, cada decisão, cada dúvida, cada evento. Ao conhecer bem quem te rodeia (e o quê), estarás preparado por antecipação para resolver problemas e dificuldades. Esse conhecimento dar-te-á também a possibilidade de somares desafios à equipa, de maneira a que a ambição e a vontade do grupo possam estar, constantemente, em crescimento.

Talvez pareça que escrevi muito pouco sobre basquetebol para um texto que se quer sobre este desporto. Mas o fenómeno desportivo tem essa mesma ambivalência, constitui-se de um encontro de gente que adora o que faz e que procura forma de o fazer resultar coletivamente. Espero, por isso, que estas chaves sirvam bem para abrir portas nas vossas experiências.

Deixem os vossos comentários, dúvidas e desafios, para que a conversa possa continuar.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Euroleague: Rumo a Milão 2014

Realizou-se hoje o sorteio da Euroleague 2013/14, ficando-se a conhecer os encontros da fase de qualificação, bem como a constituição dos grupos da 1ª fase.



terça-feira, 4 de junho de 2013

Seleções Portuguesas de Basquetebol - 2013

|Luís F. Cristóvão



As seleções portuguesas de basquetebol voltarão a ter um verão cheio de atividade. Aqui estão as datas em cada uma delas entrará em ação:

Séniores Masculinos
Qualificação Eurobasket 2015
1 de agosto a 1 de setembro

Séniores Femininos
Qualificação Eurobasket 2015
7 a 26 de junho

Sub-20 Masculinos
Divisão B – Pitiesti, Roménia
12 a 21 de julho

Sub-20 Femininos
Divisão B – Albena, Bulgária
4 a 14 de julho

Sub-18 Masculinos
Divisão B – Strumica, FYR Macedónia
18 a 28 de julho

Sub-18 Femininos
Divisão A – Vukovar, Croácia
15 a 25 de agosto

Sub-16 Masculinos
Divisão B – Sarajevo, Bósnia e Herzegovina
8 a 18 de agosto

Sub-16 Femininos
Divisão B – Matosinhos, Portugal
1 a 11 de agosto


Na Gazeta dos Desportos, tentaremos dar o acompanhamento possível à atuação de todas as equipas portuguesas, o mesmo acontecendo no grupo de facebook “Seleções de Basquetebol – Nós apoiamos!”

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Tertúlia de Basquetebol com Nuno Tavares




Voltamos  a organizar uma Tertúlia de Basquetebol em Torres Vedras, desta vez contando com a presença de Nuno Tavares, Diretor Técnico dos Campos MVP, treinador adjunto no Liceu Cristão de Trinity e na Universidade de Northwood, nos Estados Unidos. Depois de uma temporada a trabalhar no país onde nasceu o basquetebol, Nuno Tavares partilhará connosco alguns dos temas centrais do seu trabalho e experiência, como os seguintes:

- Estruturação dos liceus (equipas até aos sub-18) e universidades (até aos sub-22);
- Modelos de Competição (Liceu e Universidade)
- Conceito do Aluno/Atleta (as obrigações do aluno em termos académicos para poder ser atleta)
- As grandes diferenças técnicas e tácticas
- Formação de treinadores

A Tertúlia de Basquetebol terá lugar na Sede do ATV, no Largo Frei Eugénio Trigueiros, 17, em Torres Vedras. Ocorrerá na noite de 9 de maio de 2013, pelas 21h30.

Agradecemos que confirmem a vossa participação!

Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/277272935721251/?context=create




quarta-feira, 3 de abril de 2013

Física v Benfica: foi assim!



Resumo do Física, 56 v Benfica, 70
Jornada 20 da Liga Portuguesa de Basquetebol

Emissão Física TV
Comentários: Luís Cristóvão

segunda-feira, 11 de março de 2013

O pós Óscar Schimdt, "Ordem e Progresso"!


|Ricardo Silva


O basquetebol brasileiro na última década conseguiu obter uma evolução bastante significativa, algo que lhe proporcionou por exemplo a participação nos últimos Jogos Olímpicos de 2012, o que não acontecia desde Atlanta 1996, curiosamente com a presença de Óscar Schmidt na equipa. De referir também, que esta seleção de 2012 conseguiu obter a melhor classificação desde 1968, ou seja, o 5º lugar da classificação final. Ao nível dos jogadores brasileiros destacamos que, quer na NBA, aonde evoluem Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers), Tiago Splitter (San Antonio Spurs), Néné Hilário (Washington Wizards), Fabio Melo e Leandro Barbosa (ambos nos Boston Celtics), quer na liga ACB, com Marcelinho Huertas (Barcelona), Lucas Nogueira (Estudiantes), Rafael Luz (Obradoiro), Raulzinho Neto (Lagun Aro), Rafael Hettsheimeir (Real Madrid), Augusto Lima (Unicaja) e Vitor Faverani (Valência), o Brasil está muito bem representado. 

domingo, 3 de março de 2013

Filosofia “La Penya”


|Ricardo Silva



Na presente temporada, tal como em tantas épocas transatas, a Liga ACB tem uma outra equipa além das dezoito que fazem parte do campeonato! Sim, a liga mais mediática do mundo, extra NBA, tem uma equipa aparentemente invisível para os mais desatentos mas que na sua formação apresentam uma mesma filosofia, a filosofia “La Penya”.

O que têm em comum Rudy Fernandez (Real Madrid), David Jelínek (Caja Laboral), Marko Todorovic (Barcelona), Pau Ribas (Valencia), Álex Mumbrú e Raúl López (Bilbao Basket), Henk Norel (CAI Zaragoza), Nacho Llovet, Albert Oliver, Albert Ventura, Pere Tomàs, Guillem Vives, Alex Barrera e Alejandro Suárez (Joventut Badalona), Josep Franch (Murcia) e Sergi Vidal (Unicaja)? Todos tiveram uma passagem e um percurso de grande crescimento nas equipas de formação e/ou de competição, primeiros anos no escalão de seniores, do Joventut de Badalona, além de todos jogarem na segunda melhor liga do mundo e melhor liga nacional da Europa. Se a este grupo de jogadores juntarmos Ricky Rubio teríamos uma equipa com capacidade para ter alguma projeção na Liga ACB, faltando somente adicionar um ou dois jogadores interiores. Destacamos nesta lista de atletas, os bases Raúl Lopez e Ricky Rubio e os extremos Álex Mumbrú e Rudy Fernandez, jogadores de grandíssimo nível e com um extraordinário percurso nos clubes que já representaram e nas seleções nacionais espanholas.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Mercado fecha sem grande movimento

|Luís F. Cristóvão



O dia 21 de fevereiro estava marcado na agenda de todos os seguidores da NBA como o dia em que grandes coisas poderiam acontecer. No entanto, o último dia de mercado de trocas entre equipas acabou sem que nenhum movimento significativo tivesse acontecido. Dwight Howard, o nome que andava nas bocas do mundo, irá terminar a sua temporada em LA, com a camisola dos Lakers, entrando para a lista de agentes livres (onde também figura Chris Paul) que irão animar o verão.

Olhando para a lista de trocas deste último dia, J.J. Redick parece ser o nome mais sonante a mudar de cidade. Junto de Ish Smith e Gustava Ayón, Redick vai vestir a camisola dos Milwaukee Bucks, aumentando as suas esperanças (e a da sua nova equipa) de assegurar um lugar nos playoff, algo que seria impossível em Orlando. Os Magic continuam a mexer as peças do seu plantel, recebendo agora Beno Udrih, Tobias Harris e Doron Lamb. Redick será um agente livre no próximo verão, e os Magic optam por assegurar mais dois jovens para um grupo que procurará uma estrela no Draft 2013.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Benfica e Quinta dos Lombos campeões distritais de Sub-14

Benfica, em masculinos, e Quinta dos Lombos, em femininos, sagraram-se campeões distritais de Lisboa no escalão de Sub-14. As fases finais disputaram-se no passado fim de semana.

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Maia e CPN campeões distritais de Sub-14

A equipa do Maia Basket, no torneio masculino, e a equipa do CPN, no feminino, sagraram-se campeões distritais do Porto, ao vencerem as respetivas fases finais.

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Scalipus e Seixal campeões

O Scalipus, em masculinos, e o Seixal, em femininos, sagraram-se, este fim de semana, campeões distritais de Setúbal na categoria de Sub-14.

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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Isto é LPB!



Highlight da partida entre Algés e Vitória de Guimarães, na LPB.
André Bessa a fazer a assistência para o alley-hoop de Charlie Swiggett

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A.B. Lisboa: Fases Finais Sub-14

As finais relativas ao escalão de Sub-14 da Associação de Basquetebol de Lisboa realizam-se este fim de semana.

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A.B.Porto: Fase Final Sub-14

O escalão de Sub-14 da Associação de Basquetebol do Porto conhecerá, este fim de semana, os seus campeões masculinos e femininos.

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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A.B.Setúbal: Final Four Sub-14

Realiza-se este fim de semana as Final Four de Sub-14 Masculinos e Femininos da Associação de Basquetebol de Setúbal. No setor masculino, o Scalipus chega à Final Four com vitórias em todos os jogos disputados.

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terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Tertúlias de Basquetebol: Motivação

Voltamos a organizar uma Tertúlia de Basquetebol, desta vez dedicada ao tema da Motivação.

Na nossa conversa, vamos abordar questões relativas à Organização interna de clube e equipa, como se processa a captação dos jogadores, quais são as suas motivações para a prática da modalidade, como avaliamos as nossas equipas e os nossos atletas e como encaminhamos cada um dos jovens com quem trabalhamos dentro da modalidade.