Textos sobre desporto para quem pensa que a bola não entra na baliza ou no cesto por acaso.
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terça-feira, 2 de outubro de 2012
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Emoção até ao fim na recepção à Oliveirense
Grande jogo de Hóquei em Patins, o que colocou frente a frente Física de Torres e Oliveirense, na 17ª jornada do Nacional da 1ª Divisão. A equipa de Oliveira de Azeméis venceu por 3-4, num jogo que esteve vivo até aos últimos segundos.
A Física de Torres fez uma das suas melhores exibições da época, mostrando-se melhor fisicamente e com mais confiança dentro de campo. Mal começou a partida, partiu para cima de uma Oliveirense que pareceu surpreendida com o atrevimento dos homens de Vítor Fortunato. Depois de várias oportunidades falhadas, foi o próprio jogador-treinador quem marcou o primeiro golo da equipa de Torres Vedras. A reacção não se fez esperar e, através da sua maior experiência e com um tipo de jogo muito físico, a Oliveirense conseguiu virar o marcador ainda no decorrer da primeira parte, primeiro através de Tó Silva (um dos melhores em campo) e depois com um remate de longe de Tiago Santos.
A vantagem ao intervalo para a equipa de Tó Neves tinha algum sabor a injustiça. Na segunda parte, a Física voltou a entrar melhor e conseguiu o empate através de German Dates. A Oliveirense, que está na luta pelo título, não dava sinais de abdicar de vencer a partida, voltando a impor-se no confronto físico. Tó Neves e Tó Silva deram vantagem à equipa visitante, num período de grande velocidade, onde os ataques se iam sucedendo com grande intensidade. Quando o jogo parecia entregue, Carlos Garrancho, aproveitando uma falha da defensiva da Oliveirense, rematou de longe e reduziu para 3-4. Faltavam sete minutos e a Física voltava a ter a oportunidade de pontuar em casa. Tó Neves viu um cartão azul e a sua equipa ia fechando-se cada vez mais na defensiva. No entanto, Carlos Garrancho e Carlos Godinho, por duas vezes, desperdiçaram livres directos, o que, num jogo tão disputado como este, acabou por fazer a diferença.
O último desses livres foi marcado com apenas 16 segundos por disputar na partida, consequência da 15ª falta da Oliveirense. A Física ficou muito perto de importunar uma equipa que está na luta pelo topo do Campeonato. Depois da vitória em Barcelos, este resultado permite pensar que a segunda volta trará mais bons resultados para Torres Vedras. Na próxima jornada, a deslocação a Valongo será uma prova de fogo para a equipa branca e vermelha.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Torneio dos Campeões
O site da Física de Torres Vedras está a organizar um campeonato de sites ligado ao Campeonato Nacional da 1ª Divisão em Hóquei em Patins.
A SAD vai participar com a seguinte equipa:
Guarda-redes: Física de Torres (120)
Jogadores de campo:
Reinaldo Ventura (230)
Alan Fernandes (80)
Jorge Silva (40)
Tó Neves (40)
Tiago Resende (20)
Vicente Alves (20)
Mais informações sobre como participar neste site.
A SAD vai participar com a seguinte equipa:
Guarda-redes: Física de Torres (120)
Jogadores de campo:
Reinaldo Ventura (230)
Alan Fernandes (80)
Jorge Silva (40)
Tó Neves (40)
Tiago Resende (20)
Vicente Alves (20)
Mais informações sobre como participar neste site.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Porto dominador vence com facilidade
O Porto chegou a Torres Vedras decidido a ganhar e precisou apenas de 15 minutos para fazer a diferença.
Ainda não tinham passado quatro minutos e já Pedro Gil abria o activo, com um golo espectacular a culminar uma jogada rápida saído de trás da baliza de Carlos Coelho. A equipa campeã nacional dava mostras de querer assegurar, rapidamente, o comando da partida, não permitindo que os homens de Vítor Fortunato impusessem um ritmo mais lento, favorável às características do seu jogo.
Os azuis pressionavam pelo campo inteiro e a Física não conseguia criar perigo. Ao chegar aos quinze minutos da primeira, Filipe Santos, primeiro, e Reinaldo Ventura, logo a seguir, aumentaram a vantagem para três golos. Menos de um minuto depois, Emanuel Garcia dava o jogo por terminado. Pelo menos, essa foi a sensação que pareceu o tomar toda a gente no Pavilhão José Maria Antunes, cheio no fim da tarde deste sábado.
A equipa da Física, no entanto, tinha outros planos. Regressando dos balneários com Vicente Alves e Samuel Lima em grande momento, conseguiram penetrar mais vezes na defensiva portista e, a meio do segundo tempo, Vicente conseguiu mesmo reduzir. A equipa de Torres Vedras tinha a ilusão de se aproximar mais dos campeões mas, aí, entrou em acção a equipa de arbitragem vinda de Aveiro. Num lance de contra-ataque, um dos árbitros descortinou uma inexistente agressão de German Dates a Moreira, e a reacção vermelha perdeu fulgor, vendo-se com menos uma unidade em campo. Para mais, Pedro Gil aproveitou a vantagem numérica para marcar mais um golo e a vitória estava entregue.
A boa atitude da Física merecia ter sido recompensada com mais um ou dois golos, mas os portistas fechavam-se com mestria, respondendo com rápidos ataques a cada bola perdida pelos jogadores da casa. Numa dessas situações, Emanuel Garcia marcou o sexto golo dos campeões. O Porto foi sempre a melhor equipa em campo e sai com os três pontos de Torres Vedras. A pior equipa em campo foi mesmo a de arbitragem. Pouca segurança nas muitas decisões duvidosas tomadas, quase sempre a favor do Porto. Desnecessária ajuda para quem mostrou tanta superioridade.
sábado, 18 de dezembro de 2010
Física atinge oitavos da Taça Cers
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| German Dates escapa a Le Polodec |
Alan Fernandes abriu o marcador aos 6 minutos, numa grande penalidade, e aumentou a vantagem para 2-0 logo no minuto seguinte. A equipa francesa pareceu convencida da superioridade dos portugueses, mas não deixou de dar luta, perante uma equipa da casa que, na primeira parte, deu tempo de jogo aos habituais suplentes. Assim, Samuel Lima marcou o terceiro, fechando a conta antes do intervalo.
Na segunda parte, os franceses foram surpreendidos com uma entrada de leão de Carlos Garrancho, a bisar, acabando Gelabert (guarda-redes e treinador) por decidir ir para o banco. O veterano bem tentava corrigir os erros defensivos da sua equipa, mas nada apontava para que os seus pupilos encontrassem uma solução. Alan Fernandes ainda marcou mais dois golos, chegando ao 7-0, e só então os franceses tiveram oportunidade para reduzir, através de golos de Le Polodec e Morvan. Pelo meio, Carlos Godinho, entrado na segunda parte, já tinha marcado o oitavo para os torrienses.
A equipa portuguesa passa assim para os oitavos-de-final, onde vai encontrar os suiços do Wimmis. As restantes equipas portuguesas terão como adversários os franceses do Mérignac (Braga), os italianos do Lodi (Benfica) e os espanhóis do Igualada (Oliveirense). Os jogos disputam-se a 22 de Janeiro e a 19 de Fevereiro de 2011.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Cabeça na Europa não ganha jogos no Nacional
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| Miguel Soares |
A equipa da Física foi surpreendida pelo Limianos, em partida a contar para a 11ª jornada do Nacional de Hóquei em Patins.
Nos primeiros cinco minutos, os homens de Torres Vedras enviaram duas bolas ao ferro. A maior posse de bola dos homens da casa parecia revelar uma vitória frente a um adversário acessível, mas a realidade acabou por ser bem diferente. Não conseguindo marcar nas oportunidades criadas, a Física viu-se surpreendida pelo golo de Miguel Soares, acabando por completar a primeira parte a perder por 0-1, num jogo lento e, em certos momentos, demasiado mastigado.
Vítor Fortunato optou por rodar todos os seus jogadores, provavelmente pensando já no jogo a contar para a Taça Cers, que se realizará na próxima semana. Com a equipa a revelar alguma falta de sorte na aproximação à baliza adversária, acabaria por ser Miguel Soares, mais uma vez, a concretizar, cimentando a surpresa do resultado. A Física chegou mesmo a desperdiçar uma grande penalidade, tendo em Carlos Coelho, o guarda-redes, um dos seus melhores elementos. O Limianos acreditava cada vez mais na possibilidade de ganhar a partida e, aos 12 minutos da segunda parte, aumentou para 0-3, com golo de João Araújo. A Física ainda conseguiu diminuir, através do jovem Vicente Alves, num momento em que até estava com menos um jogador em campo.
O público incentivava a equipa da casa a tentar aproximar-se no marcador mas Micha, aos 21 minutos, acabou por sentenciar a partida, marcando o quarto golo dos homens de Ponte de Lima. A equipa da casa estava, nesta altura, com o melhor cinco em campo, mas nem assim conseguiu voltar a marcar, perante o guardião limiano, Jorge Correia, que fez uma exibição de grande qualidade. Antecipar a visita do Quévert sem ter o resultado garantido, foi o erro da Física, que acabou derrotada numa partida que tinha obrigação de vencer. Felicidade para o Limianos, que, no jogo jogado, acabou por se revelar merecedor dos três pontos.
domingo, 31 de outubro de 2010
Física cumpre perante Cascais lutador
| Alan marcou o 4º golo |
Os vermelhos entraram no jogo a ganhar, com German Dates a marcar dois golos nos primeiros seis minutos. Tudo indicava que a Física iria ter uma tarde sossegada, mas a história acabou por se escrever de forma bem diferente. Impulsionada pelo inesgotável Carlitos, a equipa da Linha encostou os de Torres Vedras à sua área e passou a primeira parte quase sempre a pressionar. Mesmo sem capacidade de segurar a bola, a Física não permitia que os de Cascais entrassem na área, indo para o intervalo com o resultado em 2-0.
O início da segunda parte não trouxe novidades. O Cascais mais impetuoso, mas sem capacidade de penetrar nas linhas defensivas do adversário, que contou também com mais uma boa exibição de Carlos Coelho, e uma Física nervosa no momento de avançar no campo, sem organizar o seu jogo e vendo Marco Barros a barrar todos os caminhos para o golo. A mais soberana oportunidade dos verdes aconteceu à décima falta da equipa torreense. A equipa de arbitragem impediu que o guarda-redes local limpasse a viseira da máscara e obrigou-o a sair de ringue. Ricardo Miranda equipou-se à pressa para o substituir na baliza, defendendo brilhantemente o livre directo e a recarga. Talvez o ânimo dos de Cascais tivesse esmorecido com esse lance, já que, pouco depois, permitiu que Samuel Lima finalizasse uma combinação e aumentasse o resultado para 3-0.
Respirou-se de alívio no Pavilhão, mas o jogo ainda não tinha acabado. Como tem acontecido muitas mais vezes do que seria de esperar, a Física adormeceu com o golo e permitiu a contra-resposta a André Moreira, que reduziu para 3-1. No entanto, a equipa de Cascais parecia não ter mais forças para procurar um empate, a tão pouco tempo do fim. Quem acabou por facturar foi Alan Fernandes, que aproveitou a décima falta do seu adversário para aumentar a vantagem no marcador, já bem perto do final do encontro. A vitória foi bem merecida pelos homens de Torres Vedras, mas o Dramático de Cascais acabou por dar uma boa imagem, prometendo afincada luta pela manutenção.
domingo, 17 de outubro de 2010
Luta intensa em nova vitória da Física de Torres
Num pavilhão muito bem composto, com a claque valonguense a marcar ruidosa presença, Física e Valongo encontraram-se para disputar jogo da terceira jornada do Nacional de Hóquei em Patins, numa partida onde o favoritismo pendia para os da casa. Ainda assim, foi a equipa forasteira quem entrou por cima no jogo, surpreendendo a equipa da casa com um jogo agressivo de pressão intensa sobre o jogador com posse de bola. Não será, por isso, de espantar que o tenham conseguido marcar primeiro, aos 8 minutos da primeira parte. A Física reagiu, como seria de esperar, e dominou todo o resto da primeira parte, dando a volta ao marcador com dois golos de German Dates. No entanto, o resultado de 2-1 não espelhava fielmente aquilo que se passava dentro do ringue. A Física falhou mais de uma mão cheia de oportunidades flagrantes, sendo que o seu adversário também viu o guarda-redes Carlos Coelho negar-lhe o golo por três vezes.
No início da segunda parte, a Física voltou a pressionar o adversário, mas só conseguiu marcar ao passar dos 14 minutos, com Alan Fernandes a fazer golo num lance de livre directo. Ainda assim, o Valongo reduziu de novo o marcador na jogada seguinte, atingindo o empate três minutos depois. A equipa valonguense mostrou-se sempre muito agressiva, recorrendo ao choque como forma de intimidar a equipa de Torres Vedras, neste jogo incapaz de colocar em campo a sua superioridade técnica. A equipa da arbitragem também dava sinais de se deixar intimidar pela agressividade da equipa nortenha e permitiu uma série de lances que as novas regras sancionam.
O lance capital da partida deu-se aos 18 minutos da segunda parte, com uma grande penalidade assinalada na área do Valongo e o jovem Carlos Garrancho a marcar o 4-3. A partir daqui a Física pegou na bola e tornou o jogo mais lento, ganhando precioso tempo devido a uma excelente troca de bola. Mérito para o Valongo que nunca desistiu de procurar o empate, tendo tido soberana oportunidade a apenas 12 segundos do fim, desperdiçando um livre directo.
No final, vitória merecida para a equipa da Física que não esteve nos seus melhores dias mas mostrou capacidade de sofrimento para levar de vencida uma equipa do Valongo muito lutadora, mas sem capacidade para impor o seu jogo sem recorrer ao choque físico, supostamente não permitido pelas novas regras. A pior equipa em campo foi a de arbitragem, demonstrando alguma desorientação em vários lances e permitindo um tipo de jogo que já não se vê na maioria dos ringues.
No início da segunda parte, a Física voltou a pressionar o adversário, mas só conseguiu marcar ao passar dos 14 minutos, com Alan Fernandes a fazer golo num lance de livre directo. Ainda assim, o Valongo reduziu de novo o marcador na jogada seguinte, atingindo o empate três minutos depois. A equipa valonguense mostrou-se sempre muito agressiva, recorrendo ao choque como forma de intimidar a equipa de Torres Vedras, neste jogo incapaz de colocar em campo a sua superioridade técnica. A equipa da arbitragem também dava sinais de se deixar intimidar pela agressividade da equipa nortenha e permitiu uma série de lances que as novas regras sancionam.
O lance capital da partida deu-se aos 18 minutos da segunda parte, com uma grande penalidade assinalada na área do Valongo e o jovem Carlos Garrancho a marcar o 4-3. A partir daqui a Física pegou na bola e tornou o jogo mais lento, ganhando precioso tempo devido a uma excelente troca de bola. Mérito para o Valongo que nunca desistiu de procurar o empate, tendo tido soberana oportunidade a apenas 12 segundos do fim, desperdiçando um livre directo.
No final, vitória merecida para a equipa da Física que não esteve nos seus melhores dias mas mostrou capacidade de sofrimento para levar de vencida uma equipa do Valongo muito lutadora, mas sem capacidade para impor o seu jogo sem recorrer ao choque físico, supostamente não permitido pelas novas regras. A pior equipa em campo foi a de arbitragem, demonstrando alguma desorientação em vários lances e permitindo um tipo de jogo que já não se vê na maioria dos ringues.
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Física entra a vencer no Nacional de Hóquei em Patins
A Física entrou a dominar e marcou primeiro num excelente remate de Carlos Godinho. Os homens de Barcelos não encontravam forma de contrariar a troca de bola e a pressão dos homens da casa, sendo que também demonstraram grandes dificuldades para entender as novas regras, o que originou uma série de faltas, numa das quais a Física conseguiu aumentar o marcador, em recarga de Alan Fernandes, depois de falhar a concretização de uma grande penalidade. A Física carregava e, com dois cartões azuis a serem mostrados a Nuno Almeida e ao banco, o Barcelos terminou a primeira parte em défice, perdendo já por uma diferença de três golos.
O intervalo fez bem à equipa do Óquei, que entrou mais concentrada e diminui a desvantagem. No entanto, a Física reagiu bem, mesmo com Fortunato e Alan no banco, e aumentou para 5-1. Com a vitória na mão, a equipa da casa relaxou e permitiu ao Barcelos a reacção, que marcou dois golos consecutivos. No entanto, as faltas na área barcelense continuavam e a Física conseguiu dilatar a vantagem, assegurando a vitória ainda com mais de dez minutos para serem disputados.
sábado, 2 de outubro de 2010
Há festa no ringue
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| Foto de Pedro Alves (mundook) |
Na equipa do FC Porto praticamente não houve alterações, registando-se apenas a saída de Jorge Silva, tendo sido compensada pela entrada de Gonçalo Suissas, ex-Juventude de Viana. O SL Benfica reforçou-se em Itália, fazendo vir de Bassano o argentino Abalos e o brasileiro Cacau, para além de ter pescado em Viana do Castelo o internacional português Luís Viana. Em ambas as equipas podemos encontrar internacionais portugueses (para além da dupla de espanhóis e do argentino do Porto), estando o campeonato condenado a ser disputado pelos dois grandes do Hóquei em Patins português.
No entanto, num ano em que a 1ª Divisão foi alargada para dezasseis equipas, poderemos encontrar muitos mais motivos de interesse. Desde logo, três equipas estão na linha da frente para dificultar a vida aos grandes. O Candelária, que se reforçou com João Miguel (ex- Porto Santo), Montivero (ex- Viareggio, Ita) e Jorge Silva (ex- FC Porto), participará na Liga Europeia e mantém a ilusão de levar o primeiro título nacional para as Ilhas dos Açores. Por outro lado, Oliveirense, que mantém a aposta na experiência, e Juventude de Viana, que passou por um rejuvenescimento do seu plantel, darão grande competitividade à primeira metade da tabela.
Os restantes candidatos a um lugar na Taça Cers são o Óquei de Barcelos (com a contratação de Paulo Matos e de Nuno Almeida, jogadores de larga experiência no campeonato), Porto Santo (que depois de um ano negro volta a apostar forte nas contratações, onde se destacam vários jovens como Luís Querido, Márcio Fonseca e Daniel Coelho), Gulpilhares, Física e Ac. Espinho (que mantiveram, quase sem alterações os seus plantéis da época passada). Neste grupo, a Física de Torres foi quem conseguiu o objectivo na época passada, sendo que poderá provar, pela primeira vez, na presente época, o sabor das competições europeias.
Num campeonato onde descerão quatro equipas, seis delas disputarão os dois lugares que darão direito à continuidade na divisão maior do Hóquei em Patins português. Entre elas, a equipa do HC Braga é a que detém maior experiência. No seu plantel encontramos nomes como Guilherme Silva, Rodrigo Sousa, Tiago Barbosa e Pedro Alves, que disputarão, em Novembro, a pré-eliminatória da Taça Cers. Outra das equipas que deverá evitar a relegação é o Valongo, principalmente por ser uma equipa dificílima de bater no seu pavilhão. Cambra, Sporting de Tomar, Dramático de Cascais e Limianos darão tudo por tudo para escapar ao destino provável de uma descida de divisão. A equipa de Cambra é quem apresenta mais experiência no seu plantel, mas o equilíbrio do meio da tabela, neste campeonato, faz-nos prever grandes dificuldades ao cinco liderado por Ricardo Geitoeira.
A bola começa a rolar às cinco da tarde de hoje. Na primeira semana de Junho de 2011, saberemos se as nossas previsões se cumprem ou não. Até lá, temos divertimento dentro do ringue.
domingo, 12 de setembro de 2010
A estreia da Física na Taça Cers
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| A equipa do HC Quévert |
A equipa do HC Quévert aposta na formação e a maioria dos jogadores do seu jovem plantel foram formados no clube. Apenas um dos jogadores dos seus quadros representou a França que conquistou a medalha de Bronze no Europeu de Wuppertal, o guarda-redes Olivier Gelebart, que acumula as funções de treinador da equipa desta pequena vila na Bretanha francesa.
Uma das dificuldades que a equipa da Física irá encontrar é um pavilhão habitualmente cheio. Na temporada passada, onde o Quévert se qualificou em segundo lugar no campeonato, a média de espectadores no pavilhão foi de 950 pessoas.
Entre as restantes equipas portuguesas, o HC Braga defrontará os ingleses do Middlesborough, em jogo a contar para a pré-eliminatória da Taça Cers (a mesma do Física - Quevert), sendo que, nos oitavos-de-final, o Oliveirense defrontará os espanhóis do Igualada e o Benfica o vencedor do encontro entre o Lodi, de Itália, e o Thunerstern, da Suiça.
No sorteio da Liga Europeia, o FC Porto disputará o Grupo D com os italianos do Valdagno, os franceses do Courtras e os alemães do Cronenberg, enquanto a equipa do Candelária disputará o Grupo C com duas equipas espanholas, o Vic e o Noia, e os italianos do Viareggio.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Hóquei em carica
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| As linhas do campo |
Disputa-se esta semana em Wuppertal, Alemanha, mais uma edição do Campeonato da Europa de Hóquei em Patins. De cada vez que assisto a uma competição internacional deste desporto, volta-me à ideia uma fantástica prancha de contraplacado branco que me acompanhou durante anos, entre a infância e a adolescência.
A prancha teria uma medida próxima dos 110cm por 45cm. Desenhado num dos lados da prancha, estavam as linhas do campo de Hóquei em Patins. Durante horas e horas, disputaram-se nessa prancha os mais variados campeonatos de Hóquei, entre Mundiais, Europeus e Nacionais.
Uma ferramenta indispensável, nos tempos anteriores à Internet, era guardar a edição do jornal em que saíam publicados os plantéis de todas as equipas participantes no Nacional. Era o tempo dos grandes dérbies entre Sporting, Porto, Benfica e Óquei de Barcelos, o tempo de equipas históricas como o União Grundig, o Turquel, o Campo de Ourique, tempos em que eu fazia de tudo para que a Física se mantivesse sempre na minha 1ª Divisão. Na altura das grandes competições, era muito importante anotar os nomes de todos os jogadores internacionais, de modo a conseguir manter uma base de dados minimamente actualizada para os jogos de selecções. Daí, enquanto as grandes selecções eram anualmente actualizadas, lembro-me de ter utilizado, durante anos, a mesma selecção colombiana, provavelmente desfasada da realidade. Mas que importava isso?
O importante era o jogo, o fazer raspar a carica no contraplacado para imitar a travagem dos patins, as inúmeras tentativas de remates de longe para simular o golo mais fantástico.
Eram belos tempos, sim. Os tempos dos campeonatos de Hóquei em Patins de carica.
(Receita para um jogo de Hóquei em Patins de carica: uma tábua com as linhas desenhadas, vinte caricas numeradas de 1 a 10, com cores diferentes, duas balizas de bolos de anos viradas ao contrário. Um enorme desejo de ser feliz e a possibilidade de viver com alguém que não nos condene por jogar à carica, mas isto só no caso de termos muito mais de doze anos de idade)
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