A primeira
jornada da fase de grupos da Taça dos Libertadores trouxe algumas surpresas,
sobretudo as derrotas caseiras do Boca Juniors e do Grêmio. Das duas, o
resultado da equipa de Porto Alegre, orientada por Vanderlei Luxemburgo,
levanta algumas questões a merecer reflexão.
Para
começar, parece não haver grandes dúvidas que, no panorama Sul-Americano, as
equipas brasileiras têm um poder financeiro que lhes permite uma superioridade
aos seus adversários. A vitória do Palmeiras, equipa da Série B apurada via
Copa Brasil, sobre o Sporting Cristal demonstra bem essa situação. No entanto,
para o Grêmio, as coisas não podiam ter começado pior.
No entanto,
o Huachipato, orientado por Jorge Pellicer, deu uma lição de organização ao
conjunto brasileiro. Com duas linhas de quatro jogadores a fechar muito bem os
espaços de progressão para a sua baliza, a equipa conseguiu controlar o efeito
devastador que uma equipa com Barcos, Vargas, Elano e Zé Roberto poderiam
causar.
