sábado, 10 de dezembro de 2011

Física v Illiabum



Proliga 2011/12
Fìsica v Illiabum
Transmissão: Física TV
Comentários: Luís Cristóvão

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Muitas maneiras de jogar feio






Existem muitas maneiras de jogar feio. Apenas, umas serão mais bonitas do que outras. Ontem, em Alvalade, o União de Leiria e Manuel Cajuda saíram de campo aplaudidos pela crítica que elogia os leirienses por jogarem bom futebol frente a um candidato ao título. Mas há que olhar para lá das evidências.


Perante um Sporting fragilizado por lesões e  numa situação de óbvia ansiedade (não nos esqueçamos que se trata de uma equipa muito jovem – ontem tinha dois juniores e dois seniores de primeiro ano nos dezoito convocado – a ver-se bem perto da liderança do campeonato com dez jogos jogados), Manuel Cajuda foi inteligente na forma de montar a sua equipa.

Basicamente, a estratégia passou por duplicar na zona intermediária o esquema mais recuado da equipa. Olhando para o onze, a uma linha de quatro defesas (Ivo Pinto, Hugo Alcântara, Diego Gaúcho e Maykon) que quase nunca saiu da posição, Cajuda juntou uma linha de cinco jogadores com obrigações também defensivas. Tiago Terroso, André Almeida e Marcos Paulo a povoar o centro do terreno, Patrick, um defesa-esquerdo, a marcar João Pereira e Jô, do lado contrário, basicamente a pressionar o jogador com posse de bola. Na realidade, o único jogador com pensamento ofensivo da equipa era Djaniny, que ia aproveitando as dificuldades do Sporting sair com bola para, no espaço entre linhas (faltava, evidentemente, um Rinaudo ao Sporting), criar perigo.

O que resultou desta táctica? O Sporting sentiu dificuldades crescentes para sair com bola, principalmente quando diminuía a intensidade de jogo (aconteceu a seguir aos dois golos). Schaars e Matías eram engolidos pelo meio-campo povoado do Leiria, João Pereira e Evaldo, muito pressionados, não conseguiam encontrar manobras de progressão e a dupla de centrais ia ficando sobre brasas (Carriço e Ilori são duas opções de recurso que, apesar das extremas dificuldades sentidas, saem com três pontos no bolso).

A pressão leiriense também se fez muito da agressividade dos seus jogadores perante um Sporting macio. Edson, Tiago Terroso e Jô foram os que mais se destacaram na forma de abordar as jogadas, sempre em cima do risco. No entanto, um critério bem largo de Manuel Mota (tão largo que deixou ainda João Pereira escapar-se com uma agressão a Patrick) foi permitindo algum ascendente da parte do Leiria. Ainda assim, esse ascendente não se materializou em mais do que um remate à baliza (um remate = um golo), já que no que toca às restantes oportunidades criadas pelo Leiria nenhuma delas permitiu defesa a Rui Patrício. Já o Sporting fez seis remates à baliza leiriense, muito espaçados entre si, como se percebe claramente pelos minutos dos golos (8’, 50’, 93’).

Em resumo, o que aparentemente pode ser considerado como um bom espectáculo, não passou, na realidade, de uma forma particular de utilizar um esquema defensivo subido. Tratou-se de uma boa leitura de Cajuda mas isso não transforma o União de Leiria numa equipa melhor. Aliás, tanto não o faz que este mesmo esquema, na maioria dos jogos do campeonato, pouco servirá aos leirienses, dado que a maioria dos adversários privilegia um jogo directo e saberão desenvencilhar-se de uma defesa que acaba por dar muito espaço no último reduto (dizer também aqui que a opção por Pereirinha, por Domingos, facilitou bastante a vida de Cajuda na primeira parte). Ou seja, jogando assim, o Leiria continuará a perder. Como perdeu, aliás, este fim-de-semana.

Existem, realmente, muitas maneiras de jogar feio em Portugal.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A honra da equipa


Quantos anos pode esperar uma equipa até encontrar a sua glória? Nos dias de hoje, ninguém arriscará dizer mais do que um ou dois anos. No entanto, a glória pode ser medida de várias formas. Para o Sutton United, mais de uma dezena de títulos foi conquistada na sua longuíssima história. No entanto, para alcançar a verdadeira glória, foram necessários noventa anos. Sim, noventa anos. Exactamente o tempo que separa a fundação deste clube dos arredores de Londres do jogo em que atingiram a fama nacional e internacional. Esse jogo, a contar para a FA Cup, a famosa Taça de Inglaterra, foi disputado em sua própria casa, contra o Coventry City. A partilhar a felicidade dos milhares de adeptos deste pequeno clube estava Andy Murray, o guarda-redes suplente da equipa.
Andy Murray, enquanto jogador de futebol, era um produto da casa. Começou muito jovem, aos dez anos, a jogar na equipa do Sutton United. O nome deste clube raramente sai das portas do seu bairro. Disputando os campeonatos amadores ingleses, sem maiores ambições que não seja o facto de poder, domingo após domingo, satisfazer a vontade dos seus jogadores em terem um equipamento digno (todo de amarelo, neste caso), disporem de um relvado com as medidas regulamentares e conseguirem fazer um mínimo de pontos para não descer para um campeonato ainda mais fraco. Andy Murray disputou muitos jogos com a camisola da sua equipa enquanto adolescente e, quando  chegou a sénior, cumpriu o seu sonho, assinar um contracto amador para jogar na equipa principal.
Em 87-88, o clube lutava para encontrar a estabilidade na Conference League, o mais alto nível dos clubes amadores em Inglaterra. Andy Murray passou grande parte dessa época a treinar e a aspirar chegar ao lote de convocados, o que acabou por acontecer uma dezena de vezes. Na época seguinte, 88-89, Andy foi promovido a segundo guarda-redes. Tinha agora vinte anos, trabalhava como ajudante no talho local, a sua vida era perfeita. No entanto, ninguém poderia imaginar que, com a possibilidade de disputar a Taça de Inglaterra, o Sutton pudesse atingir um patamar de destaque. O conjunto de jogadores era o mesmo de há umas épocas, dirigidos por  Barrie Williams, um treinador com ares de Lord Inglês que passava os jogos a fumar o seu cachimbo, com um ar praticamente imperturbável.
Na primeira eliminatória da Taça, o Sutton United foi a Daggenham vencer por 4-0. Na segunda, uma deslocação a Aylesbury valeu-lhes uma vitória por 1-0. Quis o sorteio que, na terceira eliminatória, recebessem o Coventry City, equipa da Primeira Divisão Inglesa que ganhara a Taça de Inglaterra apenas dois anos antes. Na tarde de 7 de Janeiro de 1989, o estádio estava cheio. Andy Murray lembra-se bem do nervosismo que reinou durante toda a semana, das presenças de jornalistas nos treinos, da exigência do treinador em inventar uma forma surpreendente de marcar cantos e livres perto da área. Andy também se lembra que foi essa insistência que lhes valeu o resultado. Os jogadores do Coventry entraram em campo mais do que convencidos da vitória, mas a fúria dos amarelos de Sutton, conjugada com a sua organização,  valeram a grande surpresa da eliminatória. Nunca mais, desde esse dia, uma equipa amadora venceu uma equipa da Primeira Divisão na FA Cup.
O sorteio da eliminatória seguinte determinou o encontro do Sutton United com uma outra equipa canarinha, o Norwich City, à época uma das mais fortes equipas inglesas. No entanto, na semana anterior ao jogo, o guarda-redes titular lesionou-se, fracturando três dedos da mão enquanto trabalhava numa obra. Andy Murray teria a sua estreia na equipa do Sutton United num palco de sonho, Carrow Road. O mesmo campo que ele só vira na televisão, cheio de estrelas com quem ele nunca sonharia jogar, seria o campo da sua estreia. Foi um dia histórico, sim. Para Andy, que se estreou. Para o Sutton United, que disputou uma impensável quarta eliminatória da Taça. E para o Norwich, que conseguiu uma das suas maiores goleadas na competição. 8-0. Oito, o número de golos que Andy sofreu naquele jogo. Mas ainda assim foi destacado como um dos melhores jogadores da sua equipa. A sua coragem evitara um descalabro ainda maior.
Noventa anos esperou o Sutton United pelo seu dia de glória, e apenas dois dias teve que esperar Andy Murray pelo seu. Foi esse o tempo que demorou a tocar o telefone do talho onde trabalhava, sendo que do outro lado estava Ian Branfoot, treinador do Reading FC, equipa profissional da Terceira Divisão. O convite era para que Andy assinasse contrato de dois anos, e que se juntasse de imediato aos azuis e brancos, que estavam com um problema de lesões entre os seus guarda-redes. Andy Murray não pensou duas vezes. Aceitou. Largou o talho, a glória efémera do Sutton United, o seu bairro. Foi atrás de um sonho que alimentara durante muito tempo, sendo que, durante todo esse tempo o considerara impossível de alcançar.
Andy Murray jogou durante seis anos no Reading. Depois seguiu para Southampton, onde disputou alguns jogos da Primeira Divisão, durante três épocas. Depois, esteve duas épocas num depauperado Portsmouth, na Segunda Divisão, acabando por regressar ao Sutton onde ainda hoje joga, com 41 anos, sendo dono do talho local e treinador dos guarda-redes mais jovens da formação do seu bairro. Andy Murray é uma das figuras do clube, um dos rapazes mais respeitados da localidade. Dizem que, tendo sido um eterno suplente em quase todos os clubes por onde passou, ganhou um carisma que poucos guarda-redes conseguem manter durante toda a sua carreira. Em plena adversidade, Andy sobressai, salvando, senão o resultado, pelo menos a honra da sua equipa. E isso, meus amigos, tem um valor incalculável.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Guia Proliga 2011-12



Aí está a Proliga!

Mais um ano onde 12 equipas lutarão pela possibilidade de se juntarem ao topo do basquetebol nacional.

Esta temporada, atenção para duas equipas que estão muito fortes, o Algés e o Illiabum. Será deles o favoritismo na linha de partida, seguidos de conjuntos como o Galitos, a Física de Torres, a Oliveirense e o Angra Basket.  Na luta pelos restantes lugares do play-off, Sangalhos, Eléctrico, Maia Basket e Guifões parecem muito bem posicionados, enquanto Gaeirense e CD Póvoa lutarão para evitar, a todo o custo, a descida de divisão.

Poderá seguir o Guia completo por este link ou entrar procurar directamente a sua equipa:



Infelizmente nem todas as equipas responderam ao nosso apelo e assim alguns dados relativos a jogadores estão por completar. De qualquer maneira, não quisemos deixar de apresentar o Guia antes da competição iniciar.

Bom Basquetebol!

Guia Proliga 2012: Maia Basket

Um sobrevivente da Proliga, o Maia Basket surge com um dos plantéis mais prometedores da sua história nesta competição. Conseguindo manter a dupla que mais brilhou no ano passado, André Dara e João Diamantino, a equipa maiata vê chegar dois reforços de peso. Pedro Catarino chega com ritmo de campeão nacional e terá que mostrar em campo que merece estar num nível mais alto do nosso basquetebol. Alex Kravtsov traz qualidade e experiência, podendo contribuir quer no jogo exterior como interior. O Maia apresenta também um plantel mais extenso, querendo evitar os problemas sentidos no final da temporada passada. É candidato ao play-off.

Plantel

Base: Tiago Gavina (1,81m/ 20 anos),  Rui Marques (1,81m/ 21 anos), André Dara (1,78m/ 28 anos), José Gomes (1,88m/ 33 anos), Pedro Catarino (1,86m/ 20 anos)

Extremo: Joaquim Pires (1,89m/ 24 anos), Rui Sousa (1,91m/ 28 anos), Luís Ferreira (1,88m/ 32 anos), Joaquim Oliveira (1,84m/ 20 anos), Alex Kravtsov (1,93m/ 24 anos), Carlos Gonçalves (1,84m/ 20 anos),

Extremo/ Poste: Márcio Morais (2,03m/ 27 anos), João Diamantino (2,05m/ 25 anos), João Costa (1,97m/ 20 anos), Hugo Gomes (1,99m/ 22 anos)

Treinador: Rui Silva

Guia Proliga 2012: Gaeirense / Oralmed

A grande surpresa da CNB1 o ano passado, a equipa do concelho de Óbidos chega à Proliga com muita ambição, mas sentirá um forte embate com a realidade. Para começar, deixa de jogar no seu pavilhão para se apresentar no Municipal de Óbidos. Será muito importante perceber como é que os jogadores principais da equipa se vão dar numa competição bem mais exigente. Pedro Rochete poderá continuar a liderar a equipa mas talvez tenha problemas para defender bases mais rápidos. Filipe Canha tem nível para dominar na luta das tabelas e contará com a ajuda de Hugo Aurélio, um dos reforços. Tomás Emídio regressa à Proliga, onde já jogou com a camisola da Física. Sendo um jogador que evoluiu bastante, Emídio terá um bom teste às suas capacidades, sendo um titular indiscutível na sua equipa. No entanto, a grande figura do Gaeirense será certamente o norte-americano Michael Cassio. Um lançador incansável, Cassio é um jogador que tem vindo a trabalhar para se apresentar a este nível. Mesmo que a equipa tenha dificuldades para se manter, será de esperar bons números deste jogador.

Plantel

Bases: Miguel Ribeiro, Michael Cassio (21 anos)

Bases/Extremos: Pedro Rochete (1,88m/31 anos), Eduardo Lucas

Extremos: Tomé Francisco, Fernando Clérigo, Amadeu Cordeiro (1,92m/ 32 anos), Diogo Dias, João Gonçalves

Extremos/Postes: Luís Sousa, João Luís, Tomás Emídio (1,95m/ 26 anos), Paulo Coincas, Tiago Bulhões

Postes: Filipe Canha (2,02m/ 31 anos), Otávio Gomes, Hugo Aurélio (31 anos)

Treinador: Nuno Agostinho

Guia Proliga 2012: UD Oliveirense

Um dos regressos mais esperados à Proliga, a Oliveirense apresenta-se como candidata a não demorar-se muito mais até subir à LPB. No entanto, a concorrência é muito forte e a equipa poderá sentir alguns problemas quando chegar  a fase decisiva. Até lá, o forte da equipa de Oliveira de Azeméis será o jogo interior, onde Spencer Johnson, Nélson Costa, JK Willis e André Pereira competirão por minutos. Algum deles terá menos tempo para jogar do que estará à espera neste momento. No jogo exterior, João Abreu terá a responsabilidade de liderar uma equipa que poderá ter em Renato Azevedo a grande revelação. Será de esperar que a Oliveirense entre para ganhar em todos os jogos e o espectáculo estará garantido. Se conseguirá ser dominante nos momentos de decisão é a pergunta que fica no ar.

Plantel

Base: João Abreu (1,80m/ 28 anos), Marco Pinto (1,78m/ 24 anos), João Barbosa (1,72m/ 18 anos)

Extremo: Paulo Santos (1,93m/ 32 anos), Renato Azevedo (1,87m/ 20 anos), Rui França (1,83m/ 22 anos), Humberto Oliveira (1,88m/ 22 anos)

Extremo/ Poste: Spencer Johnson (1,98m/ 23 anos), Nélson Costa (1,98m/ 27 anos), Tiago Marques (1,90/ 21 anos), JK Willis (2,02m/ 25 anos), André Pereira (2,02m/ 21 anos), Carlos Resende (1,90/ 24 anos)

Treinador: João Costeira

Guia Proliga 2012: Algés

Depois de um início de época muito fraco no ano passado, o Algés convenceu durante a segunda metade da temporada, ainda que tenha ficado de fora do play-off. Este ano vive uma história diferente. Conseguindo manter o seu principal jogador do ano passado, Sérgio Correia, o Algés foi pescar na LPB, Danilson Vieira, resgatou um dos melhores jogadores da Proliga, António Pires e junta-lhe o regresso à competição de João Manuel.  Adicionando ainda um poste norte-americano,  a equipa dos arredores de Lisboa só pode ter um objectivo nesta temporada. Subir de divisão.

Plantel
Bases: Antonio Pires (25 anos/ 1,80m), José Torres (21 anos/ 1.75m), Fidel Mendonça(27 anos/ 1.85m), Ricardo Ferreira (27 anos/ 1.82 m), César Lopes (20 anos/1.80 m), João Manuel (32 anos/ 1.82M)

Extremo: João Luis (20 anos/1.85m), Danilson Vieira (26 anos/ 1.95m), Sergio Santos (21 anos/1.90 m), António Paulo (19 anos/ 1.92 m)

Extremo/Poste: Valdemar Costa (17 anos/ 2.02m), Desean White (26 anos/ 2.05m), Sérgio Correia (25 anos/ 1.95m), Vicente Rodrigues (25 anos/ 2.00m)

Treinador: Mário Silva

Guia Proliga 2012: Guifões

A equipa do Guifões conseguiu a merecida manutenção e, neste segundo ano na Proliga, tentará chegar aos play-offs. Os bons resultados conseguidos no Troféu António Pratas deixam adivinhar essa possibilidade. A saída de relevo em relação ao ano passado foi João David (para o Illiabum), que se espera possa ser compensada com as chegadas de André Moreira e José Almeida. Miguel Faria voltará a ter um papel importante na forma de jogar deste conjunto e da sua inspiração poderão sair algumas vitórias importantes. No jogo interior, Odair Conceição vai ter que conseguir contribuir com mais alguns pontos, para que a equipa se mostre competitiva numa liga que se prevê mais exigente.

Plantel

Bases: Daniel Correia (1,74m/27 anos) Pedro Silva (1,78m/ 27 anos), Vítor Félix (1,90m/ 20 anos)

Bases-Extremos: Carlos Von Hafe (1,85m/ 19 anos), Miguel Faria (1,87m/ 31 anos),  Ricardo Faria ()

Extremos: André Moreira (1,91m/ 29 anos), João Gaspar (1,96m/ 22 anos), Pedro Meira (),  Ricardo Alpuim (1,89m/ 23 anos)

Extremos-Postes: André Libânio (1,94m/ 25 anos), Fernado Ramos (),  José Almeida (1,99m/ 25 anos)

Postes: Pedro Morais (),  Odair Conceição (1,97m/ 27 anos)

Treinador: Rui Gomes

Guia Proliga 2012: Eléctrico

Uma das equipas difíceis de enfrentar, o conjunto de Ponte de Sôr perdeu Denis Neves, Edson Ferreira e Jorge Afonso mas conseguiu recuperar Tiago Pinto e juntar o experiente Mário Jorge ao seu plantel, sendo que poucas diferenças se deverão notar entre o valor conjunto da equipa em relação ao ano passado. Tiago Pinto, depois de um ano em Coimbra, deverá regressar ainda com um ritmo maior e contará com a experiência adquirida numa liga superior. Aylton Medeiros também poderá ser uma figura muito importante num conjunto onde falta peso e altura para enfrentar as equipas de topo. Ainda assim, o Eléctrico poderá conseguir um lugar no play-off e dificultar a vida a quem lhe aparecer pela frente.
Plantel
Base: Tiago Pinto (1,83m/ 23 anos), Filipe Delgado (1,81m/ 20 anos), Tiago Brito (1,80m/ 26 anos), Francisco Pinto (1,85m/ 24 anos)
Extremo: Mário Jorge (1,90m/ 34 anos), João Lanzinha (1,88m/ 22 anos), Paulo Raminhos (1,88m/ 22 anos)
Extremo/ Poste: Pedro Afonso (1,98m/ 28 anos), Aylton Medeiros (1,94m/ 23 anos)

Treinador: Andry Melnychuk

Guia Proliga 2012: CD Póvoa / Vierominho

Uma época de renovação para o CD Póvoa, depois de ver sair o seu cinco inicial. Assim, para o treinador Pedro Dias, o desafio de começar do zero torna difícil uma previsão desta temporada. João Neto poderá assumir o papel de base da equipa, dependendo da forma com que Vladimir Teixeira se apresentar. Fábio Fernandes e, sobretudo, Kevin Jolley, terão que carregar com a equipa às costas, já que de todos os jogadores que se mantêm no plantel, todos eles terão a exigência de jogar muito mais do que o faziam anteriormente. A passagem pelo Troféu António Pratas não foi famosa, mas com Jolley a ter tempo para se ambientar à nova equipa, poderá começar a apresentar melhores resultados. Ainda assim, o Póvoa terá que se esforçar muito para entrar no play-off.


Plantel

Base: João Neto (1,80m/ 23 anos), Rafael Martins (1,75m/ 19 anos), David Sá (1,85m/ 19 anos), Vladimir Teixeira (1,82m/ 26 anos), Rui Costa (1,80m/ 24 anos), Sérgio Esteves (1,80m/ 19 anos), Edgar Gonçalves (1,78m/ 17 anos)

Extremo: Fábio Fernandes (2,00m/ 25 anos), Cristiano Silva (1,90m/ 22 anos), Luís Xavier (1,85m/ 18 anos), José Costa (1,90m/ 21 anos),  André Mourato (1,85m/ 16 anos)

Extremo/ Poste: João Pinto (1,90m/ 18 anos), Luís Pires (1,93m/ 23 anos), António Gomes (1,90m/ 32 anos), Ricardo Moreira (1,93m/ 21 anos), Kevin Jolley (1,97m/ 29 anos)

Treinador: Pedro Dias